WikiMini

Vital do Rêgo Filho

Vital do Rêgo Filho
Ministro do Tribunal de Contas da União
Período22 de dezembro de 2014
até a atualidade
Nomeado por:Dilma Rousseff
Antecessor(a)José Jorge
Presidente do Tribunal de Contas da União
Período1º de janeiro de 2025
até a atualidade[nota 1]
Antecessor(a)Bruno Dantas
Senador pela Paraíba
Período1º de fevereiro de 2011
até 22 de dezembro de 2014
Deputado Federal pela Paraíba
Período1º de fevereiro de 2007
até 31 de janeiro de 2011
Deputado Estadual da Paraíba
Período1º de fevereiro de 1995
até 31 de janeiro de 2007
(3 mandatos consecutivos)
Vereador de Campina Grande
Período1º de janeiro de 1989
até 31 de janeiro de 1995
(2 mandatos consecutivos)
Dados pessoais
Nascimento21 de setembro de 1963 (61 anos)
Campina Grande, PB, Brasil
ProgenitoresMãe: Ozanilda Gondim Vital do Rego
Pai: Antônio Vital do Rêgo
Alma materUniversidade Federal da Paraíba
Universidade Estadual da Paraíba
EsposaVilauba Morais

Vital do Rêgo Filho, mais conhecido como Vitalzinho (Campina Grande, 21 de setembro de 1963), é um médico e político brasileiro. Atualmente é ministro do Tribunal de Contas da União.[1]

Filho do político Vital do Rêgo e irmão do ex-prefeito de Campina Grande e atual senador, Veneziano Vital do Rêgo, Vitalzinho é graduado em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba e Direito pela Universidade Estadual da Paraíba, da qual também é professor. Casado com Vilauba Morais, tem dois filhos.[2]

No Senado, presidiu a CPMI do Cachoeira e foi o presidente da Comissão de Constituição e Justiça.[3]

Carreira Política

[editar | editar código fonte]
  • 1988: Eleito o vereador mais votado de Campina Grande pelo PSB, com 2.496 votos.
  • 1992: Reeleito vereador de Campina Grande pelo PST, com 1.368 votos.
  • 1994: Eleito deputado estadual pelo PDT, com 13.008 votos.
  • 1996: Candidato a vice-prefeito de Campina Grande na chapa de Enivaldo Ribeiro, obtendo 64.074 votos (42,88%) contra 72.185 votos (48,3%) do outro candidato, Cássio Cunha Lima do PMDB.
  • 1998: Reeleito deputado estadual da Paraíba pelo PDT, com 19.921 votos.
  • 2000: Candidato a prefeito de Campina Grande pelo PDT. Obteve 12.538 votos (7,29%), contra os 36.727 votos (21,36%) do candidato do PP Enivaldo Ribeiro, e contra os 122.718 votos (71,35%) do candidato do PMDB Cássio Cunha Lima.
  • 2002: Eleito pela terceira vez deputado estadual da Paraíba pelo PDT. Atinge a marca de 27.473 votos.
  • 2006: Eleito o deputado federal mais votado da Paraíba, pelo PMDB. Obtém 168.301 votos.[4]
  • 2010: Eleito senador da Paraíba pelo PMDB. Foi o segundo eleito, com 869.501 votos.[5]
  • 2014: Candidato a governador da Paraíba pelo PMDB. O candidato escolhido como seu vice-governador foi o ex-governador Roberto Paulino. Obteve 106.162 votos (5,22%), atrás dos candidatos Cássio Cunha Lima do PSDB e Ricardo Coutinho do PSB.[6]
  • 2014: Assume a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União, renunciando ao cargo de senador, assumindo a vaga o suplente e ex-senador Raimundo Lira.

Em dezembro de 2014, com o apoio do seu partido, PMDB, foi indicado pelo Senado para ocupar a vaga do ministro José Jorge no Tribunal de Contas da União (TCU), que se aposentou compulsoriamente e deixou o tribunal por ter completado 70 anos. Renuncia o cargo de Senador, sendo substituído pelo 1º suplente Raimundo Lira,[7] para toma posse no TCU em 22 de dezembro de 2014.[8][9]

Operação Lava Jato

[editar | editar código fonte]

Em 19 de maio de 2016, o ministro Teori Zavascki determinou a abertura do inquérito que investiga Vital do Rêgo Filho pela operação Lava Jato, por suposta cobrança de propina de empreiteiras quando, no cargo de senador, comandava a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Petrobras (CPMI) no Congresso.[10]

Em 2020, foi alvo da Operação Ombro a Ombro, nesta fase, conforme foi apurado pelas investigações, Vital do Rêgo teria solicitado e recebido pelo menos 4 milhões de reais, a fim de "blindar" executivos de grandes empreiteiras, envolvidas no esquema de corrupção.[11] O pagamento de propina teria sido quando o político era presidente da CPMI da Petrobras, em 2014, para apurar crimes de corrupção dentro da estatal.[12]

Referências

Ligações externas

[editar | editar código fonte]

Notas

  1. Cerimônia de posse realizada em 11 de dezembro de 2024, mas o exercício do cargo de Presidente do Tribunal de Contas da União inicia em 1º de janeiro seguinte.