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Saimiri oerstedii citrinellus

Saimiri oerstedii citrinellus[1]
Classificação científica e
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorhini
Infraordem: Simiiformes
Família: Cebidae
Gênero: Saimiri
Espécies:
Subespécies:
S. o. citrinellus
Nome trinomial
Saimiri oerstedii citrinellus
Thomas, 1904[3]

Saimiri oerstedii citrinellus é uma subespécie de Saimiri oerstedii. É endêmico da Costa Rica, ocorrendo na costa do Oceano Pacífico. O limite norte é Rio Tulin e o limite sul é Rio Grande de Terraba. Ao suld de Rio Grande de Terraba, é substituído por Saimiri oerstedii oerstedii. As populações são muito fragmentadas, e a subespécie não ocorre em vários locais de sua distribuição original. É a subespécie de macaco-de-cheiro centro-americano que ocorre no Parque Nacional Manuel Antonio na Costa Rica.[4][5]

S. o. citrinellus é laranja ou vermelho-alaranjado, com um capuz preto. Difere de Saimiri oerstedii oerstedii pois seus membros são menos amarelados. Alguns autores consideram o capuz de S. o. citrinellus menos preto que de S. o oerstedii mas alguns autores consideram essa característica muito variável entre as subespécies.[4]

Adultos têm entre 26,6 e 29,1 cm de comprimento, excluindo a cauda, e pesam entre 600 e 950 g.[6][7] A cauda é mais longa do qu o corpo, tendo entre 36,2 e 38,9 cm.[6]

Essa subespécie tem sido listada como "em perigo", pela IUCN. É uma situação melhor, quando comparada com avaliações anteriores, em que foi considerado como "criticamente em perigo". Isso se deve à distribuição restrita a uma área de 3500 km² e à perda de habitat.[2] Há esforços conservacionistas na Costa Rica para essa subespécie.[8]

Referências

  1. Groves, C.P. (2005). Wilson, D. E.; Reeder, D. M, eds. Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press. pp. 138–139. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  2. a b Solano-Rojas, D.; Mittermeier, R.A. (2020). «Saimiri oerstedii ssp. citrinellus». Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas. 2020: e.T19841A17982683. doi:10.2305/IUCN.UK.2020-3.RLTS.T19841A17982683.enAcessível livremente 
  3. Thomas, Oldfield (1904). «New forms of Saimiri, Saccopteryx, Balantiopteryx, and Thrichomys from the Neotropical region». Annals and Magazine of Natural History. Ser. 7. 13 (76): 250–251. doi:10.1080/00222930409487064 
  4. a b Rylands, Groves, Mittermeier, Cortes-Ortiz & Hines (2005). «Taxonomy and Distributions of Mesoamerican Primates». In: Estrada, A.; Garber, P. A.; Pavelka, M.S.M.; Luecke, L. New Perspectives in the Study of Mesoamerican Primates: Distribution, Ecology, Behavior and Conservation. (PDF). Nova Iorque: Springer. pp. 29–79. ISBN 978-0-387-25854-6 
  5. Sierra, C., Jimenez, I., Altrichter, M., Fernandez, M., Gomez, G., Gonzalez, J., Hernandez, C. Herrera, H., Jimenez, B., Lopez-Arevalo, H., Millan, J., Mora, G. & Tabilo, E. (junho de 2003). «New Data on the Distribution and Abundance of Saimiri oerstedii citrinellus» (PDF). Primate Conservation (19): 5–9. Consultado em 4 de maio de 2013. Arquivado do original (PDF) em 28 de setembro de 2007 
  6. a b Emmons, L. (1997). Neotropical Rainforest Mammals A Field Guide Second Edition ed. [S.l.: s.n.] pp. 126–127. ISBN 0-226-20721-8 
  7. Jack, K. (2007). «The Cebines». In: Campbell, C., Fuentes, A., MacKinnon, K., Panger, M., & Bearder, S. Primates in Perspective. [S.l.: s.n.] pp. 107–120. ISBN 978-0-19-517133-4 
  8. «Save the Mono Titi Manuel Antonio Costa Rica». Consultado em 14 de dezembro de 2008. Arquivado do original em 3 de abril de 2009