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Petróleos de Venezuela

PDVSA
Entrada da sede da PDVSA em Maracaibo.
Razão socialPetróleos de Venezuela S.A.
Estatal
AtividadePetrolífera
Fundação1 de janeiro de 1976 (49 anos)
SedeCaracas, Distrito Capital
Área(s) servida(s) Venezuela
Proprietário(s)Governo da Venezuela
PresidenteAsdrúbal José Chávez Jiménez
Empregados70 000
ProdutosPetróleo e Gás natural
SubsidiáriasPDV Marina
CVP
Pequiven
CIED
PDVSA Gas
PDV (Deltaven)
Palmaven
Electricidad de Caracas
Nynas
Citgo
LucroBaixa $ 48 bilhões (2016)[1]
FaturamentoBaixa $ 828 milhões (2016)[1]
Website oficialwww.pdvsa.com

Petróleos de Venezuela S.A (PDVSA, pronúncia espanhola: [peðeˈβesa], em português: Petróleos da Venezuela) é uma empresa estatal venezuelana que se dedica a exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo da Venezuela. Fundada em 1 de janeiro de 1976, durante o mandato do presidente Carlos Andrés Pérez, como o resultado da nacionalização das concessões das petroleiras estrangeiras e a reorganização sob coordenação do Ministerio de Energía y Minas.[2] Era a terceira maior empresa da América Latina, depois da brasileira Petrobras e a mexicana Pemex;[3] catalogada em 2005 como a terceira empresa petrolífera em nível mundial e classificada pela revista internacional Fortune como a empresa de número 41 entre as 500 maiores do mundo.[4] Em maio de 2010, a PDVSA também adquiriu, por 131.000.000 de dólares, 49% da única refinaria República Dominicana, conhecido como Refidomsa.[5][6] Em 2011 concretizou a venda para Rosneft dos 50% que detinha desde os anos 1980 num complexo petroquímico em Gelsenkirchen, na Alemanha.[2][7][8] A Rosneft desembolsou 1.6 bilhão de dólares pela parte da PDVSA .[8]Em agosto de 2021 a PDVSA vendeu por 88,1 milhões de dolares os 49% que detinha na refinaria da República Dominicana.[6]

Atualmente a PDVSA é a petrolífera com maiores reservas de petróleo do mundo, alcançando um total de 3,1 bilhões de barris e foi catalogada como a segunda petrolífera mais poderosa depois da ExxonMobil.

Politização

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Ver também Em 2002, muitos empregados da PDVSA entraram em greve contra as políticas de Chávez, que em resposta demitiu mais de 19.000 trabalhadores da empresa. Em 2014, o Intevep, braço de pesquisa e desenvolvimento da PDVSA, havia perdido 80% de seus trabalhadores, prejudicando gravemente a capacidade da PDVSA de inovar e competir no mercado global de petróleo.[6] A PDVSA experimentou crescimento estagnado no período seguinte, definido por um boom nos preços do petróleo. Entre 2002 e 2012, os acidentes incapacitantes com empregados subiram de 1,8 por milhão de horas-homens para 6,2, extremamente alto comparado a 0,6 por milhão de horas-homens da Pemex em 2012, destacando a dificuldade da empresa em se otimizar.[6] Vários ex-funcionários da PDVSA se mudaram para Alberta, onde a consistência do petróleo era semelhante à do Orinoco. Como resultado, o número de venezuelanos em Alberta subiu de 465 em 2001 para 3.860 em 2011.[6] Outros trabalhadores da PDVSA migraram para a Colômbia, ingressaram na Ecopetrol e foram creditados por ajudar a empresa a alcançar grandes lucros ao longo da década de 2010.[6]

Em 2006, Rafael Ramírez, então ministro da energia, deu aos trabalhadores da PDVSA uma escolha: apoiar o presidente Hugo Chávez ou perder seus empregos. O ministro também declarou: "A PDVSA é vermelha, vermelha de cima a baixo" (referindo-se à cor identificada com o partido político de Chávez). Chávez defendeu Ramírez, dizendo que os funcionários públicos deveriam apoiar a "revolução". Acrescentou que "os trabalhadores da PDVSA estão com esta revolução, e os que não estiverem devem ir para outro lugar. Vão para Miami".[9] Em 2012, a PDVSA focou em contratar apenas apoiadores do presidente e a receita da PDVSA foi usada para financiar a "revolução" socialista da Venezuela.[10][11][12]

Década de 1970: Nacionalização

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Ver também

Sob a presidência de Carlos Andrés Pérez, cujo plano econômico, "La Gran Venezuela", previa a nacionalização da indústria do petróleo, a Venezuela nacionalizou oficialmente seu setor petrolífero em 1º de janeiro de 1976 no poço Zumaque 1 (Mene Grande). Nasceu assim a Petróleos de Venezuela S.A. (PDVSA). Todas as empresas estrangeiras de petróleo que atuavam no país foram substituídas por companhias venezuelanas, como a Lagoven (Standard Oil), a Maraven (Shell) e a Llanoven (Mobil).[8] Cada uma das antigas concessionárias foi simplesmente substituída por uma nova empresa petrolífera "nacional", que manteve as estruturas e funções de sua antecessora multinacional.[13] Com a nacionalização de 1976, cada antigo operador multinacional foi convertido em uma afiliada da PDVSA; essas afiliadas foram agrupadas em uma estrutura administrativa subordinada tanto à PDVSA quanto ao Ministério de Energia da Venezuela.[8] Com essa absorção, a PDVSA tornou-se empregadora de engenheiros com amplo treinamento técnico das antigas corporações multinacionais[14] e rapidamente aproveitou essa nova expertise. Em 25 anos de nacionalização, a PDVSA se tornou a maior empresa da América Latina e a décima mais lucrativa do mundo.[14] Nesse período de 25 anos, as reservas de petróleo subiram de 18 bilhões para mais de 80 bilhões de barris, com aumento semelhante na capacidade de produção.[14]

Décadas de 1980–1990: Apertura

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Na década de 1990, a Venezuela abriu a empresa para cooperação internacional.[15] A abertura da indústria petrolífera venezuelana, ou Apertura, foi iniciada com uma decisão do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela que revogou leis antigas que proibiam a cooperação com multinacionais em solo venezuelano. De 1993 a 1998, a PDVSA dividiu direitos de extração com várias multinacionais em acordos especiais chamados "associações estratégicas", trocando petróleo bruto venezuelano pela eficiência que vinha da expertise e da tecnologia externas. Essas "associações estratégicas" foram controversas: a Venezuela conseguiu maximizar lucros ao custo de tributação branda sobre as multinacionais e perda de controle sobre recursos internos. Com a eleição de Hugo Chávez em 1998, a atenção venezuelana passou a se concentrar no cumprimento das regras da OPEP. Quando os preços do petróleo desabaram no fim da década de 1990, manter os acordos especiais e ao mesmo tempo cumprir as normas da OPEP tornou-se inviável, levando ao fim da Apertura.[8]

Antes da eleição de Hugo Chávez, a PDVSA operava de forma autônoma, tomando decisões para maximizar lucros. Após assumir o poder, Chávez passou a direcionar a PDVSA, transformando-a em um braço direto do governo, cujos lucros seriam injetados em gastos sociais. O resultado foi a criação das Missões bolivarianas, programas sociais financiados pelo petróleo que combatiam a pobreza, o analfabetismo, a fome e outros problemas. Com a Apertura, muitos gestores da PDVSA se tornaram ativos na política venezuelana e representaram o país em cúpulas econômicas. Chávez manteve essa tendência, mas priorizou o bem-estar social. Durante sua campanha, afirmou repetidamente que a PDVSA era excessivamente autônoma e poderosa, e que seus gestores agiam de forma subversiva. Chávez transformou a PDVSA pós-Apertura em um ponto de mobilização política para sua base majoritariamente de classe baixa, associando as políticas de liberalização à elite dirigente, galvanizando seus apoiadores contra os antigos arranjos especiais da empresa.[16] Em 1998, a PDVSA produzia 3,4 milhões de barris de petróleo por dia e tinha 40.000 empregados. Por lei, depositava suas receitas em contas do fundo soberano no Banco Central da Venezuela.[17]

2010–2020: crise na Venezuela, corrupção

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Em 2010, a PDVSA emprestou ao governo de Antígua 68 milhões de dólares para recomprar todas as ações restantes da West Indies Oil Company (WIOC) da National Petroleum Ltd., de Bruce Rappaport.[18]

Em 2012, a PDVSA anunciou que faria um acordo de joint venture com a Eni SpA e a Repsol para iniciar um projeto de produção de gás no bloco Cardón VI, na Venezuela. A produção dessa parceria foi estimada entre 80 e 100 milhões de metros cúbicos de gás.[19] Em fevereiro de 2014, a PDVSA e a petroleira franco-britânica Perenco iniciaram negociações para um acordo de financiamento de 600 milhões de dólares para aumentar a produção em sua joint venture Petrowarao.[20] Em outubro de 2014, a Venezuela importou pela primeira vez petróleo da Argélia para diluir seu petróleo pesado.[21]

As políticas implementadas por Chávez levaram a uma crise no país, com forte deterioração da economia.[22] Devido à hiperinflação e à escassez de alimentos, os salários se tornaram praticamente sem valor, levando a demissões em massa.[23] Em 2017, a PDVSA não conseguia sequer exportar petróleo em águas internacionais, pois a lei marítima exige inspeções e limpeza de segurança, o que deixou uma frota de petroleiros encalhada no Mar do Caribe.[24] Além disso, Nicolás Maduro demitiu o chefe da PDVSA e o substituiu pelo major-general Manuel Quevedo, agradando aos militares ao lhes entregar o controle da estatal.[23] Esses desdobramentos resultaram em uma estrutura corporativa fragmentada e falta de trabalhadores para manter várias plataformas em operação contínua.[23] No final de 2013, a Venezuela produzia 1,2 milhão de barris de petróleo por dia no Orinoco, abaixo da meta de 1,5 milhão.[6] O desempenho insatisfatório da PDVSA foi fortemente associado à crise de hiperinflação do país.[14] Para tentar corrigir essas falhas, Maduro nomeou mais militares em cargos-chave da PDVSA, buscando reduzir corrupção e ineficiência.[25]

Entre 1999 e 2017, a PDVSA arrecadou cerca de 635 bilhões de dólares em receita e produziu outros 406 bilhões em petróleo. A produção caiu pela metade em relação ao nível de 1998. O controle sobre os fundos deixou de ser exigido, e Jorge Giordani, ministro do planejamento até 2014, estimou que 300 bilhões foram simplesmente desviados.[17] Apesar de possuir uma das maiores reservas de petróleo comprovadas do mundo, em junho de 2018 a PDVSA passou a importar e refinar petróleo estrangeiro pela primeira vez na história para atender à demanda de exportação. A produção também caiu para níveis não vistos desde a década de 1950, devido a dificuldades econômicas e de gestão.[26]

Durante o governo de José Luis Rodríguez Zapatero, Raúl Morodo atuou como embaixador da Espanha na Venezuela. Em um processo judicial que ganhou destaque na imprensa, Morodo e seu filho, Alejo Morodo, admitiram ter recebido pagamentos da PDVSA por "operações simuladas". Esses pagamentos corresponderam a supostos serviços de consultoria fictícios, totalizando pelo menos 4,5 milhões de euros.[27] Os Morodo utilizaram uma rede de empresas — Aequitas Abogados y Consultores Asociados, S.L., Furnival Barristers Corp, S.A., e Morodo Abogados y Asociados, S.L. — para viabilizar essas transações, que foram usadas para fraudar o fisco espanhol criando a aparência de operações legítimas.[27] Essas empresas não tinham presença física significativa, infraestrutura ou atividades reais, servindo apenas para emitir notas fiscais e transferir fundos para a conta pessoal de Raúl Morodo no Banco Sabadell. Em 2014, Raúl Morodo reconheceu pelo menos um delito fiscal, recebendo condenação de dez meses de prisão e multa de 1,4 milhão de euros, a ser paga junto com o filho.[27] Alejo Morodo foi condenado separadamente a 24 meses de prisão e responsabilizado pela maior parte das multas, devido ao seu papel na gestão das empresas de fachada. O caso, que inicialmente envolvia lavagem de dinheiro e corrupção política ligada a altos funcionários venezuelanos como Delcy Rodríguez, foi depois reduzido pela Audiência Nacional a crime de evasão fiscal.[27] Houve acordo entre os Morodo e a Fiscalía Anticorrupción, com devolução dos valores e confissão dos crimes em troca de penas menores. O Sindicato Manos Limpias também participou do processo, defendendo penas mais duras, incluindo oito anos e meio para Alejo Morodo e três anos e meio para Raúl Morodo. O acordo foi divulgado pelo jornal EL MUNDO, destacando as medidas adotadas para lidar com as violações fiscais e éticas da família Morodo.[27]

Desde 2015, uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre corrupção na PDVSA resultou em 12 declarações de culpa relacionadas a um esquema de suborno entre a empresa e seus contratados. O esquema envolvia membros da PDVSA que garantiam tratamento favorável a fornecedores em troca de propina.[28] Em 2015, Roberto Enrique Rincón foi preso e em 2016 declarou-se culpado por suborno e evasão fiscal em um esquema para garantir contratos de energia.[29] Em 2016, ele foi descrito como dono de "36 empresas de maletín com estruturas de propriedade complexas e ocultas".[30] Essas ações violaram a Foreign Corrupt Practices Act dos EUA e foram classificadas como conspiração para cometer lavagem de dinheiro.[28] O vazamento de dados Suisse secrets em 2022 revelou que sete pessoas ligadas à PDVSA tinham contas no Credit Suisse que chegaram a guardar pelo menos 20,1 milhões de francos suíços.

Em maio de 2017, o Goldman Sachs comprou 2,8 bilhões de dólares em títulos PDVSA 2022 do Banco Central da Venezuela.[31]

Em agosto de 2017, o governo do presidente Donald Trump impôs sanções econômicas contra a PDVSA, restringindo o acesso da indústria a mercados de crédito.[32]

Com a perspectiva de Maduro deixar o poder no início de 2019, a confiança no país apresentou melhora, com benefícios financeiros tangíveis, como a valorização de títulos da PDVSA, que subiram 5% em janeiro de 2019.[33]

Referências

  1. a b «Venezuela's PDVSA oil revenue tumbles amid lower prices, production». Reuters. 12 de agosto de 2017. Consultado em 13 de março de 2018 
  2. a b «Petróleos de Venezuela». Diccionario de Historia de Venezuela - Fundación Empresas Polar. Consultado em 19 de outubro de 2021 
  3. Maiores empresas da América Latina segundo América Economia, desde o ano 2009
  4. Fortune 500, PDVSA
  5. http://www.eluniversal.com/2010/05/05/eco_ava_chavez-y-fernandez-f_05A3863051
  6. a b c d e f g «Venezuela reduce la deuda pública externa con venta de acciones de refinería». Swissinfo.ch. 20 de agosto de 2021. Consultado em 3 de junho de 2022  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome ":2" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  7. «BP welcomes Rosneft as new partner in German refining joint venture». BP. 5 de maio de 2011. Consultado em 19 de outubro de 2021 
  8. a b c d e «Rosneft to Buy PDVSA Stakr in refiner for $ 1.6 billion». Bloomberg. 15 de outubro de 2010. Consultado em 19 de outubro de 2021 
  9. Storm over Venezuela oil speech, BBC News,4 November 2006. Accessed online 7 November 2006.
  10. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome economist.com
  11. «El futuro de la revolución, en manos del zar del petróleo y tercer hombre de Chávez». El Confidencial (em espanhol). 29 de março de 2014. Consultado em 17 de julho de 2021 
  12. de Córdoba, José; Forero, Juan (22 de outubro de 2015). «El gigante PDVSA y su ex jefe, bajo investigación en EE.UU.». Wall Street Journal (em espanhol). ISSN 0099-9660. Consultado em 17 de julho de 2021 
  13. Vegard Bye, "Nationalization of Oil in Venezuela: Re-defined Dependence and Legitimization of Imperialism", Journal of Peace Research, 16, no. 1 (1979): 67, accessed December 3, 2014.
  14. a b c d “PDVSA." The National of Venezuela, 3 Feb. 2017. General OneFile. Accessed Oct 25, 2018."
  15. Giusti, Luis E. (1999). «"La Apertura": The Opening of Venezuela's Oil Industry». Journal of International Affairs. 53 (1): 117–128. JSTOR 24357788 
  16. Wiseman, Colin and Daniel Béland. “The Politics of Institutional Change in Venezuela: Oil Policy During the Presidency of Hugo Chávez.” Canadian Journal of Latin American and Caribbean Studies, Vol 35, No. 70 (2010), pp. 141-164. JSTOR. Accessed 3 Nov. 2018.
  17. a b Enrique Krauze (8 de março de 2018). «Hell of a Fiesta». New York Review of Books. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2018 
  18. «Govt to Acquire WIOC | CARIBARENA ANTIGUA». Consultado em 1 de setembro de 2012. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2013 
  19. «Venezuela's PDVSA Delays Joint Gas Production With Eni, Repsol Until 1Q 2013». BrightWire. Arquivado do original em 19 de janeiro de 2013 
  20. Venezuela's PDVSA, Perenco discuss $600 million financing for venture, International: Reuters, 24 de fevereiro de 2014 
  21. «Pdvsa confirms "punctual" import of light crude oil». El Universal. 20 de outubro de 2014. Consultado em 22 de outubro de 2014 
  22. «Post-Chavez, Venezuela Enters a Downward Spiral». Wharton School of the University of Pennsylvania. Consultado em 21 de fevereiro de 2015 
  23. a b c Cunningham, Nick. “Corruption at Venezuela’s State-Run Oil Company Is Pushing the Country Deeper into a Crisis.” Business Insider, 19 April 2018. Accessed 3 Nov. 2018.
  24. Gramer, Robbie (26 de janeiro de 2017). «Venezuela Is So Broke It Can't Even Export Oil». Foreign Policy. Consultado em 31 de janeiro de 2017 
  25. “Venezuela Shakes Up PDVSA Management As Oil Production Tanks.” E&P, 18 October 2018. Accessed 3 Nov. 2018.
  26. Parraga, Marianna. «Exclusive: Venezuela eyes first-ever refining of foreign oil -...». Reuters (em inglês). Consultado em 15 de junho de 2018 
  27. a b c d e «El embajador de Zapatero en Venezuela confiesa que cobró de la petrolera PDVSA asesorías ficticias millonarias». ELMUNDO (em espanhol). 13 de outubro de 2024. Consultado em 14 de outubro de 2024 
  28. a b «Venezuela pleads guilty in U.S. to role in PDVSA bribe scheme». Reuters (em inglês). 16 de julho de 2018. Consultado em 16 de julho de 2018 
  29. press release (16 de junho de 2016). «Businessman Pleads Guilty to Foreign Bribery and Tax Charges in Connection with Venezuela Bribery Scheme». US Department of Justice (em inglês). Consultado em 7 de maio de 2023 
  30. Francisco Toro (28 de junho de 2016). «The fallen kingpin: Roberto Rincon's story» (em inglês). Consultado em 7 de maio de 2023 
  31. Kurmanaev, Anatoly; Vyas, Kejal (28 de maio de 2017). «Goldman Sachs Bought Venezuela's State Oil Company's Bonds Last Week». The Wall Street Journal. Consultado em 31 de maio de 2017 
  32. «With executive order, Trump imposes new round of Venezuela sanctions». USA Today. 25 de agosto de 2017. The new sanctions are an attempt to close a number of loopholes Venezuela has used to sell off assets and raise money. They restrict the ability of Venezuela and state-owned oil company PDVSA to issue new debt or stock in U.S. dollars, or engage in other financial dealings with U.S. citizens. 
  33. «Venezuela's Guaido Says Opposition Seeks Financing, Debt Relief». Bloomberg.com. 22 de janeiro de 2019. Consultado em 23 de janeiro de 2019 

Ligações externas

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