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Macaco-barrigudo

Macaco-barrigudo
Lagothrix lagothricha
Classificação científica e
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Primates
Subordem: Haplorhini
Infraordem: Simiiformes
Família: Atelidae
Subfamília: Atelinae
Gênero: Lagothrix
É. Geoffroy, 1812
Espécie-tipo
Lagothrix humboldtii[1]
Espécies
O Wikispecies tem informações relacionadas a Macaco-barrigudo.

Macaco-barrigudo[2] (nome científico: Lagothrix) é um gênero de mamíferos primatas da família dos atelídeos (Atelidae).

Espécie rara e em extinção, ocorre na Colômbia, Equador, Peru e Venezuela. No Brasil, aparece no estado do Amazonas, no interflúvio dos Rios Negro e Solimões. Porém, os limites desta ocorrência é ainda pouco delimitada.[3]

O macaco-barrigudo habita principalmente em terra firme, mas também é capaz de sobreviver em florestas alagadas com abundância de frutos. Com uma alimentação composta principalmente por sementes, frutos, folhas e invertebrados, possui um papel fundamental na dispersão de sementes para o reflorestamento da região amazônica.

Quando no chão adota a posição bípede com a cauda voltada para cima. Entre árvores, deslocam-se com incrível rapidez e pode dar saltos espetaculares. Formam grandes grupos, variando de 12-70 indivíduos.[3] Em inglês, é chamado de "woolly monkey".[4]

Nomes vernáculos

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Nomes vernáculos do macaco-barrigudo:

Referências

  1. Groves, C.P. (2005). Wilson, D. E.; Reeder, D. M, eds. Mammal Species of the World 3.ª ed. Baltimore: Johns Hopkins University Press. pp. 151–152. ISBN 978-0-8018-8221-0. OCLC 62265494 
  2. «Macaco-barrigudo». Michaelis 
  3. a b Instituto Evandro Chagas. «Macaco-Barrigudo (Common Woolly Monkey-ing.)». Governo Federal. Consultado em 12 de outubro de 2024 
  4. Harris, Roger (2011). Amazon highlights: Peru, Brazil, Colombia, Ecuador. Col: Bradt highlights. Chalfont St. Peter: Bradt Travel Guides 
  5. Jolkesky, Marcelo Pinho de Valhery. 2016. Estudo arqueo-ecolinguístico das terras tropicais sul-americanas. Doutorado em Linguística. Universidade de Brasília.
  6. Martins, Valteir. 2005. Reconstrução Fonológica do Protomaku Oriental. LOT Dissertation Series. 104. Utrecht: LOT Netherlands Graduate School of Linguistics. (Doctoral dissertation, Vrije Universiteit Amsterdam).
  7. Dixon, R. M. W. 2004. Proto-Arawá Phonology. Anthropological Linguistics 46: 1-83.
  8. Seifart, Frank, & Echeverri, Juan Alvaro (2015). Proto Bora-Muinane. LIAMES: Línguas Indígenas Americanas, 15(2), 279 - 311. doi:10.20396/liames.v15i2.8642303
  9. Manso, Laura Vicuña Pereira. 2013. Dicionário da língua Kwazá. Dissertação de mestrado. Guajará-Mirim: Universidade Federal de Rondônia. (PDF).
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