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M-2 Bradley

M-2 Bradley
ou Bradley IFV (Infantry Fighting Vehicle)
TipoVeículo de combate de infantaria
Local de origem Estados Unidos
História operacional
Em serviço1981–presente
Histórico de produção
Período de
produção
1981–1995
Especificações
Peso25 000 kg (55 100 lb)
Comprimento6,55 m (21 ft)
Largura3,60 m (12 ft)
Altura2,98 m (9,8 ft)
Tripulação3 (comandante, artilheiro, motorista)
+ 6 passageiros (7 no M2A2 ODS/M2A3/M2A4)
Blindagem do veículo14,5 mm (0,57 in)
Armamento
primário
1 x M242 Bushmaster de 25 mm (0,98 in)
2 x BGM-71 TOW míssil anti-carro
Armamento
secundário
1 x metralhadora coaxial M240C 7,62 mm (0,30 in)
Motor1 x motor a diesel Cummins VTA-903T de 8 cilindros
600 hp (447 kW)
Peso/potência21,7 hp/ton
SuspensãoBarra de torção
Passagem de
vau
Anfíbio[nota 1]
Obstáculo vertical0,914 m (3,00 ft)[nota 1]
Fosso2,54 m (8,33 ft)[nota 1]
Alcance
operacional (veículo)
480 km (300 mi)
VelocidadeNa terra on-road/off-road 66 km/h (41,0 mph)[nota 1]
Na água 7,2 km/h (4,47 mph)

O M-2 é um veículo de combate de infantaria, variante do Bradley (VCI), criado e produzido nos Estados Unidos. Foi desenvolvido pela BAE Systems Land & Armaments.[1]

O M-2 foi criado como um veículo extremamente manobrável para, principalmente, fazer reconhecimento. O Bradley também pode transportar um pequeno destacamento de infantaria e vem fortemente armado para dar apoio. Carrega pelo menos uma metralhadora M240 de 7,62 mm, um canhão M242 de 25 mm e um lançador de mísseis BGM-71 TOW. A tripulação do M2 é composta de aproximadamente três pessoas: um comandante, um artilheiro e um piloto; pode transportar também seis soldados de infantaria.[1]

O custo total do programa foi de US$ 5,6 bilhões de dólares e a unidade do veículo custa US$ 3,16 milhões.[2]

Notas e referências

Notas

  1. a b c d Coleção Armas de Guerra Vol. 12, pág. 96.

Referências

  1. a b "M2 Bradley Infanty Fighting Vehicle". Military-Today.com. Página acessada em 31 de outubro de 2016.
  2. «M2A3 and M3A3 Bradley Fighting Vehicle Systems (BFVS)». Federation of American Scientists. Consultado em 31 de outubro de 2016