WikiMini

Itapecuru-Mirim

Itapecuru Mirim
Município do Brasil
Hino
Gentílico itapecuruense
Localização
Localização de Itapecuru Mirim no Maranhão
Localização de Itapecuru Mirim no Maranhão
Localização de Itapecuru Mirim no Maranhão
Itapecuru Mirim está localizado em: Brasil
Itapecuru Mirim
Localização de Itapecuru Mirim no Brasil
Mapa
Mapa de Itapecuru Mirim
Coordenadas 3° 23′ 34″ S, 44° 21′ 32″ O
País Brasil
Unidade federativa Maranhão
Municípios limítrofes Norte: Santa Rita e Presidente Juscelino;
Sul: Cantanhede;
Leste: Presidente Vargas e Vargem Grande;
Oeste: Anajatuba e Miranda do Norte.
Distância até a capital 108 km
História
Fundação 21 de julho de 1870 (155 anos)
Administração
Prefeito(a) Fillipe Marreca[1] (PRD, 2025– 2029)
Vereadores 15
Características geográficas
Área total [2] 1 471,438 km²
População total (estimativa IBGE/2019[3]) 68 203 hab.
 • Posição MA: 17º
Densidade 46,4 hab./km²
Clima seco
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[4]) 0,599 baixo
 • Posição MA: 60º
PIB (IBGE/2014[5]) R$ 475 756 mil
 • Posição MA: 20º
PIB per capita (IBGE/2014[5]) R$ 7 229,90
Sítio itapecurumirim.ma.gov.br (Prefeitura)

Itapecuru-Mirim é um município Brasileiro no Interior do Estado do Maranhão, Região Nordeste do Brasil. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 68 203[3] habitantes, sendo a cidade mais importante da então Microrregião de Itapecuru Mirim e a 17ª maior cidade do estado.

O município é sede da Região de Planejamento do Baixo Itapecuru (lei complementar 108/2007), situa-se no Norte Maranhense e é cabeça da microrregião de mesmo nome.

A região era inicialmente habitada pelos indígenas da etnia Tapuias/Uruaitis e Barbados e, posteriormente, houve a chegada de portugueses açorianos e dos padres jesuítas e foram construídos os primeiros engenhos, como o Engenho do Itapecuru, por Antônio Muniz Barreiros em 1622, o que gerou diversos conflitos.[6]

A povoação do município teve início na margem direita do rio Itapecuru, em data anterior a 1768. Em 25 de agosto daquele ano, o rei de Portugal informou ao governador do Maranhão que os moradores pediram ao rei alvará de confirmação da vila, que ali teria sido fundada por ordem régia.[7]

O rei Dom José I determinou ao Governador Joaquim de Mello e Póvoas que, após serem ouvidas as autoridades competentes, Ihe fosse enviada por escrito a ordem de criação.[7]

Como a ordem não foi encontrada, o governador informou, em 6 de agosto de 1769, que seria útil que fosse então criada uma vila na região.[7]

Em 27 de novembro de 1817, o rei Dom João VI comunicou ao Ouvidor da comarca do Maranhão, que autorizou José Gonçalves da Silva, fidalgo da casa real, a fundar, a sua própria custa, uma vila em terras que comprasse ou os moradores oferecessem na região.[7]

Em 20 de outubro de 1818, a Provisão Régia determinando a criação da Vila, desmembrada do Município de São Luís, foi lida na presença das autoridades, do clero, da nobreza e do povo, convocados para esse fim.[7]

Foi levantado o pelourinho, foram dados os vivas do estilo, criaram-se por eleição por pelouros, dois juízes ordinários, um juiz de órfão, vereadores e mais oficiais na forma da lei.[7]

Itapecuru-Mirim recebeu prêmio de cidade pela Lei Provincial nº 919 de 21 de julho de 1870.[7]

O Brasão de Itapecuru Mirim foi desenhado por Lourival Cruz Diniz, que, na época, trabalhava como Exator Federal no município, chefiando a Coletoria.

O município de Itapecuru Mirim, situa-se na região centro oeste maranhense e na microrregião do Itapecuru, integrando-se a 6ª microrregião homônima como polo de desenvolvimento regional.

O município tem sua sede localizada a margem direita do rio Itapecuru, onde sua posição geográfica está na intersecção do paralelo 3°24 de latitude norte, com meridiano de 22°51 de longitude oeste de Greenwich.

Dados Território
Área da unidade territorial [2024] 1.480,641 km²  
Hierarquia urbana [2018] Centro Local
Região de Influência [2018] Arranjo Populacional de São Luís/MA - Capital Regional A
Região intermediária [2024] São Luís
Região imediata [2024] Itapecuru Mirim
Mesorregião [2022] Norte Maranhense
Microrregião [2022] Itapecuru Mirim  

Fonte: [8]

O seu relevo é modelado em rochas sedimentares antigas, sendo caracterizado por uma topografia plana e levemente ondulada na porção ocidental. Apresenta pequenas elevações que não ultrapassam a 230 metros de altitude.[6]

O clima do município é o tropical subúmido, com precipitações anuais que variam de 1.400 a 1.600 mm ao longo dos meses de janeiro a junho e estiagem de julho a dezembro. A temperatura média anual varia de 26 °C a 27 °C, sendo o período mais quente de outubro a novembro.[7]

A vegetação compreende os ecossistemas de cerrado e mata dos cocais, que é uma vegetação de transição entre o cerrado e a Amazônia, com elevado processo de degradação pela ação antrópica.[7]

A rede hidrográfica do município é composta pelo rio Itapecuru e seus afluentes os riachos: Dom Querer, São José, Forte, Leão, Frecheira, Passarinha, Mocambo, Itapecuruzinho, Picadinha, Vaca Branca, Cova, Riachão, Quebra, Jundiaí, Maniva, Grande, Quebra-Coco, Ipiranga, Mata e Cantagalo.[7]

Dados Meio Ambiente
Bioma predominante [2024] Cerrado
Área urbanizada [2019] 15,29 km²
Esgotamento sanitário adequado [2010] 30,7 %
Arborização de vias públicas [2010] 31,9 %
Urbanização de vias públicas [2010] 3,1 %

Fonte: IBGE[8]

O PIB do município é R$ 564.546.900 (22º maior do estado), sendo dividido entre Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social (41,50%), Serviços - Exclusive Administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social (42,62%), Indústria (11,53%) e Agricultura (4,34%).[9]

Tem destaque a indústria de cerâmicas, voltadas para a construção civil e que atendem o mercado regional e de outros estados, além da indústria de alimentos e beneficiamento de grãos (arroz e milho) e derivados do babaçu (sabão, sabonete, loções e óleos).[7]

Dados Economia
PIB per capita [2021] 11.164,32 R$  
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010] 0,599  
Total de receitas brutas realizadas [2023] 242.810.207,88 R$
Transferências correntes (Percentual em relação às receitas correntes brutas realizadas) [2023] 89,67 %  
Total de despesas brutas empenhadas [2023] 257.925.889,20 R$  

Fonte: IBGE[8]

Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2022] 2,2 salários mínimos  
Pessoal ocupado [2022] 6.109 pessoas  
População ocupada [2022] 10,11 %  
Percentual da população com rendimento nominal mensal per capita de até 1/2 salário mínimo [2010] 53,2 %  

Fonte: IBGE[8]

Infraestrutura

[editar | editar código fonte]

O município é cortado por duas importantes rodovias: a BR-222 que passa pelo centro da cidade, onde se conhece como Avenida Brasil e a BR-135 no bairro do entroncamento que liga o interior à capital, São Luís.

Também em Itapecuru, passa a Ferrovia São Luís-Teresina, que também a liga a capital maranhense e a capital do Piauí, Teresina.

Órgão responsável pela abastecimento da cidade. Atende a área urbana e o povoado Entrocamento, assim como outras localidades vizinhas. A captação é feita no rio Itapecuru e é distribuída.

Equatorial Maranhão

[editar | editar código fonte]

Esta instituição atende a Microrregião de Itapecuru Mirim através da subestação de distribuição de energia, atendendo a área urbana e rural. A cidade é sede da agência regional.

Para maior comodidade e lazer à população, a cidade conta com algumas praças. As principais são; Praça da Cruz, localizada no centro da cidade em frente a Primeira Igreja Batista; a Praça Gomes de Souza, localizada em frente ao prédio da prefeitura do município; a Praça da Saudade, em frente ao cemitério municipal, esta muito utilizada pelos casais de namorados; a Praça da Biblioteca próximo a Igreja Matriz; a praça do Farol, próximo a biblioteca Farol da Educação no bairro Caminho Grande; a praça da Bíblia localizado no bairro Luís Antônio.

A cidade conta com um campus da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e um do Instituto Federal do Maranhão (IFMA).

Dados Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010] 94,2 %  
IDEB – Anos iniciais do ensino fundamental (Rede pública) [2023] 5,1
IDEB – Anos finais do ensino fundamental (Rede pública) [2023] 4,2  
Matrículas no ensino fundamental [2023] 10.561 matrículas
Matrículas no ensino médio [2023] 3.291 matrículas  
Docentes no ensino fundamental [2023] 497 docentes
Docentes no ensino médio [2023] 233 docentes  
Número de estabelecimentos de ensino fundamental [2023] 79 escolas  
Número de estabelecimentos de ensino médio [2023] 12 escolas

Fonte: IBGE[8]

O principal centro de saúde da região é o Hospital Regional de Itapecuru-Mirim Adélia Matos Fonseca, administrado pela EMSERH.[10]

Babaçu, típico do vale do rio Itapecuru.
Crescimento populacional
Censo Pop.
18726 240
18907 47819,8%
19008 94819,7%
192018 166103,0%
194027 24550,0%
195031 37915,2%
196032 9204,9%
197031 579−4,1%
198044 12039,7%
199142 583−3,5%
200042 7720,4%
201062 11045,2%
202260 440−2,7%
Fontes: Censo IBGE/2022[11]

Comunidades quilombolas

[editar | editar código fonte]

A primeira definição de quilombo surgiu em resposta ao Rei de Portugal à consulta do Conselho Ultramarino, em 1740. Desse modo, no Brasil, como também em outras partes da América onde existiu a escravidão, esses ajuntamentos se espalharam como forma de protesto dos negros escravos às condições desumanas e alienadas a que estavam submetidos. No Brasil, o quilombo marcou sua presença durante todo o período escravista e existiu praticamente em toda a extensão do território brasileiro.[12]

A Constituição Federal de 1988 coloca os remanescentes de quilombos como sujeitos de direitos sociais, econômicos, civis e políticos como forma de reativar a memória ligada ao motivo dessa vergonha e como maneira de resgate da tão negada dignidade do povo negro escravizado.[12]

Para além, o estado do Maranhão reúne os traços mais tradicionais e as raízes do Brasil; seja devido à sangrenta disputa pela terra ou pela mistura de raças, credos e ritmos. Por ter sido um dos primeiros estados a receber escravos negros oriundos da África, os quilombos se multiplicaram no Maranhão, destacando-se o Século XIX. Logo, com a queda do preço do açúcar e as pressões pela abolição da escravatura, vários quilombos se formaram pelo Brasil, destacando-se o estado do Maranhão.[12]

Na contemporaneidade, tendo por base o Censo Quilombola de 2022, existiam 8.441 localidades quilombolas no território brasileiro, associadas a 7.666 comunidades quilombolas declaradas. A Região Nordeste possui o maior quantitativo de localidades identificadas, com 5.386 (63,81%) ocorrências, enquanto o Maranhão é o estado com o maior número, com 2.025 localidades (23,99%).[1] O estado da Bahia aparece em segundo lugar com 1.814 localidades, em seguida, Minas Gerais com 979 localidades, correspondendo, respectivamente, a 21,49% e 11,60% do total.[13]

Ademais, dentre os municípios brasileiros, Alcântara é o com o maior número de comunidades quilombolas do Brasil, com mais de 200 comunidades, seguido por Itapecuru Mirim (MA), com 121, e Januária (MG), com 101.[13]

No município de Itapecuru Mirim, existem em torno de 70 comunidades quilombolas: Pequi, Santa Maria, Santa Maria dos Pretos, Santa Maria dos Pinheiros, Ipiranga da Carmina, Contendas, Filipa, Monge Belo, Moreira, Santa Helena, Santa Rosa dos Pretos, São Pedro, Vista Alegre, Canta Galo, Curitiba, Mirim, Povoado Benfinca, Povoado Mata III, Santana, São Patrício, Povoado Javi, Brasilina, Burangir, Oiteiro dos Nogueiras, Barriguda, Boqueirão, Conceição, Morro Grande, Oiteiro dos Pretos, Abanafogo, Canduru, Dois Mil, Fandango, Flexeira, Juçaral, Leite I, Leite II, Mandioca, Mangal, Mata Frexeira, Santa Helena, Santa Joana, Tingidor, Morros, Mirim, São Sebastião, Santa Rita dos Goveias, Mata do Ipiranga, Pirinã, Nossa Senhora do Rosário, São João dos Corrêas, Santa Isabel, Ribeiro, Vista Alegre, São João do Caru, Satubinha e Mata de São Benedito.[7]

A comunidade quilombola Santa Rosa dos Pretos é uma referência regional com relação à coesão, a pluralidade e a qualidade de suas manifestações culturais, como a Festa do Divino Espírito Santo, dança do coco, tambor de mina, tambor de crioula, terecô de caixa, boi de orquestra, boi de zabumba, festa de São Benedito, dentre outras.[14]

O rio Itapecuru.

A Fazenda Santa Rosa pertenceu a Joaquim Raimundo Nunes Belfort (1820-1898), o Barão de Santa Rosa, e foi doada em testamento para usufruto a América Henriques (uma de suas escravizadas e com quem teve um filho) e seus descendentes. O território, no entanto, ainda está em processo de titularização e sofre pressões com conflitos fundiários e obras de duplicação de rodovias e ferrovia.

A religião com mais fiéis em Itapecuru Mirim é a Católica, com mais de 67,49% da população.[15] A principal igreja da cidade é a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores. Também se encontram na cidade credos de cunho protestante, que representam 22,64% da população. Outros 5,24% não tem religião; 0,3% seguem religiões de matriz africana; e 0,09% é espírita :[16][17]

Igrejas pentecostais

  • Igreja Assembleia de Deus de Goiânia Ministério Cristo Para Todos
  • Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missão
  • Igreja Cristã Maranata
  • Igreja Evangélica Assembleia de Deus
  • Igreja Assembleia de Deus Ministério Madureira
  • Igreja Pentecostal Monte Horebe
  • Igreja Pentecostal Deus é Amor
  • Igreja Batista Nacional
  • Igreja Apostólica do Brasil
  • Igreja Batista Apostólica Bethel
  • Igreja Evangélica Pentecostal Portas Abertas
  • Igreja Pentecostal Deus é vida
  • Igreja Assembleia de Deus Ministério Nacional
  • Igreja Nova Aliança
  • Igreja Evangélica Aprisco

Igrejas tradicionais

  • Igreja Batista
  • Igreja Presbiteriana
  • Igreja Adventista do 7º dia
  • Igrejas neopentecostais

  • Igreja Universal do Reino de Deus
  • Igreja Internacional da Graça de Deus
  • Outras religiões cristãs

  • Testemunhas de Jeová
  • O Poder Legislativo de Itapecuru-Mirim é exercido pela Câmara Municipal, composta de 15 vereadores.[18]

    O Poder Executivo é exercido pela Prefeitura de Itapecuru-Mirim, e é representado pelo prefeito, vice-prefeito e secretários municipais.[19]

    O munícipio é termo-sede da Comarca de Itapecuru-Mirim, além de contar representantes do Ministério Público do Maranhão e da Defensoria Pública do Estado.[20]

    Sítio paleontológico

    [editar | editar código fonte]

    O Sítio Paleontológico de Itapecuru-Mirim foi tombado pelo Decreto Estadual n° 12.955, de 12/02/1993, em razão da descoberta do Amazonsaurus maranhensis, que gerou atenção da mídia e do meio científico pelo fato de ser o primeiro exemplar de dinossauro encontrado na região da Amazônia Legal.[21]

    Os fragmentos ósseos foram encontrados às margens do rio Itapecuru e o dinossauro tinha em torno de 10 metros de comprimento e era herbívoro, se alimentando das copas das árvores e de arbustos. Pertencia à superfamília de saurópodes chamada Diplodocoidea. Foram encontrados em torno de 100 fragmentos com idade aproximada de 110 milhões de anos.[21]

    Casa de Cultura

    [editar | editar código fonte]

    A antiga Cadeia Pública de Itapecuru (onde o Negro Cosme, um dos líderes da Balaiada, foi preso e enforcado em 1842), construída em 1817, foi desativada em 1970 e transformada na Casa da Cultura Professor João Silveira (1991).[6]

    Festas populares

    [editar | editar código fonte]

    O Carnaval do município é considerado um dos mais importantes do estado do Maranhão.

    As principais festas religiosas do município são: em maio, a festa do Divino Espírito Santo; setembro, a festa da padroeira Nossa Senhora das Dores; em outubro, a festa da Santa Cruz; e em dezembro, a de São Benedito, a mais animada e a mais popular.[7]

    Nas festas juninas, são realizados arraiais e brincadeiras: quadrilhas, cacuriá, tambor de crioula e os grupos de bumbas-meu-boi Mocidade Alegre, Juventude Cidadão e Boi Apaixonado.[7]

    Os principais bairros do município são: Centro, Luís Antônio, Trizidela, Aviação, Mangal Escuro, Malvinas, Caminho Grande, Miquilina, Torre, Rodoviária, Piçarra, Roseana Sarney e DER.[6]

    Entre os principais povoados estão: São João dos Matos, Juçaral, Jacaré. Mirinzal, Leite, Santa Helena, Tingidor, Jaiobara dos Rodrigues, Tingidor do Campo, Teso da Tapera, Kelru, Outeiro, Picos I, Picos II, Colombo.[6]

    Referências

    1. «Prefeito de Itapecuru Mirim (MA) toma posse nesta quarta (1º); veja lista de vereadores eleitos». G1. 31 de dezembro de 2024. Consultado em 3 de maio de 2025. Cópia arquivada em 3 de maio de 2025 
    2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
    3. a b «Estimativa populacional 2019 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2019. Consultado em 22 de setembro de 2019. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
    4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 30 de julho de 2013. Cópia arquivada (PDF) em 6 de agosto de 2013 
    5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2013-2014». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de fevereiro de 2017 [ligação inativa]
    6. a b c d e Prefeitura de Itapecuru-Mirim (2006). «DIAGNÓSTICO MUNICIPAL: O FUTURO DO CAMINHO DE PEDRAS MIÚDAS» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 31 de outubro de 2021 
    7. a b c d e f g h i j k l m n «ENCICLOPÉDIA DOS MUNICÍPIOS MARANHENSES: MICRORREGIÃO GEOGRÁFICA DO ITAPECURU-MIRIM» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 31 de outubro de 2021 
    8. a b c d e «Itapecuru Mirim». cidades.ibge.gov.br. 2024. Consultado em 24 de junho de 2025 
    9. «Produto Interno Bruto dos Municípios - IBGE». www.ibge.gov.br. Consultado em 31 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 11 de junho de 2024 
    10. «HOSPITAL REGIONAL DE ITAPECURU MIRIM – ADÉLIA MATOS FONSECA - Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares». Consultado em 31 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2017 
    11. «Evolução da população, segundo os municípios - 1872/2010» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 18 de abril de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 28 de outubro de 2020 
    12. a b c Saule Jr, Nelson (2003). A situação dos Direitos Humanos das Comunidades Negras e Tradicionais de Alcantâra (PDF). São Paulo: Instituto Pólis. 56 páginas 
    13. a b «Censo 2022: Brasil possui 8.441 localidades quilombolas, 24% delas no Maranhão | Agência de Notícias». Agência de Notícias - IBGE. 19 de julho de 2024. Consultado em 6 de maio de 2025 
    14. «Comunidade Quilombola Santa Rosa dos Pretos» (PDF). Cópia arquivada (PDF) em 31 de outubro de 2021 
    15. «IBGE/CIDADES». Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2018 
    16. «IBGE - Biblioteca - Detalhes - Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores : Itapecuru Mirim, MA». biblioteca.ibge.gov.br. Consultado em 16 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2021 
    17. «Tabela 9537: Pessoas de 10 anos ou mais de idade, por religião, segundo o sexo e os grupos de idade». sidra.ibge.gov.br. Consultado em 9 de junho de 2025 
    18. Mirim, Câmara Municipal Itapecuru. «Câmara Municipal Itapecuru Mirim». www.itapecurumirim.ma.leg.br. Consultado em 1 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 30 de outubro de 2017 
    19. Itapecuru-Mirim, Prefeitura de. «Prefeitura de Itapecuru-Mirim». www.itapecurumirim.ma.gov.br. Consultado em 1 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 21 de novembro de 2019 
    20. TJMA. «Portal do Poder Judiciario do Estado do Maranhão». Tribunal de Justiça. Consultado em 1 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 1 de novembro de 2021 
    21. a b «Itapecuru-Mirim - Sítio Paleontológico -ipatrimônio». Consultado em 31 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2021