
O Estatuto regulamentou a organização interna da Liga dos Comunistas da Iugoslávia (LCI) e especificou os direitos e deveres de seus órgãos internos. Foi adotado pela primeira vez pelo seu congresso fundador em 20-23 de abril de 1919. [1] O documento tentou originalmente emular o manual do Partido Comunista da União Soviética, mas começou a desenvolver-se numa direção diferente como resultado da Ruptura Tito–Stalin e das suas repercussões. [2]
O estatuto declarava explicitamente que a LCI era governada de acordo com o centralismo democrático e que a liga governava em nome da ditadura do proletariado. [3]
Referências
- ↑ Singleton 1984, p. 479.
- ↑ Singleton 1984, p. 480.
- ↑ Singleton 1984, p. 481.
Bibliografia
[editar | editar código fonte]- Neal, Fred Warner (1957). «The Communist Party in Yugoslavia». The American Political Science Review. 51 (1): 88–111. JSTOR 1951773. doi:10.2307/1951773
- Neal, Fred Warner (1958). Titoism in Action: The Reforms in Yugoslavia After 1948. [S.l.]: University of California Press. ISBN 978-0-520-35044-1
- Singleton, F. B. (1984). «The Statute of the League of Communists of Yugoslavia». In: Simons, Williams B.; White, Stephen. The Party Statutes of the Communist World. Col: Law in Eastern Europe. [S.l.]: Martinus Nijhoff Publishers. pp. 479–483. ISBN 90-247-2975-0