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Embraer E-Jets

 Nota: Para para a série sucessora dos Embraer E-Jets, veja Embraer E-Jets E2.
Embraer E-Jets
Avião
Predefinição:Info/Aeronave
Embraer E-195 da Lufthansa no Aeroporto de Munique
Descrição
Tipo / Missão Avião comercial bimotor turbofan
País de origem  Brasil
Fabricante Embraer
Período de produção 2002 – (presente E-175)
(2017 E-170)
(2022 E-190)
(2019 E-195)
Quantidade produzida 1723 (2T2025)[1][2]
Custo unitário E-170: US$ 38,7 milhões
E-190: US$ 46,2 milhões
E-195: US$ 47 milhões
Lineage 1000: US$ 53 milhões
Desenvolvido em Embraer E-Jets E2
Primeiro voo em 19 de fevereiro de 2002 (23 anos)
Introduzido em 17 de março de 2004, com a LOT Polish Airlines
Variantes
Lista
Tripulação 2 (piloto e co-piloto)
Passageiros 66–124
Número de classes 1 ou 2 classe(s)
Notas
Para outras informações, acesse a seção Especificações.

A família Embraer E-Jets é uma série de aeronaves turbofan bimotoras, narrow-body, de médio alcance, para 80-124 passageiros, desenvolvida pela Embraer, fabricante brasileira de aeronaves comerciais, militares e executivas.

É constituída pelos modelos Embraer 170, Embraer 175, Embraer 190 e Embraer 195, que têm sistemas idênticos, diferindo apenas no comprimento da fuselagem e capacidade de passageiros. Foi anunciada no Salão Aeronáutico de Paris em 1999 e teve a produção iniciada em 2002, transformando-se rapidamente num sucesso de vendas.[3]

Durante a década de 1990, após o sucesso alcançado pela família de jatos regionais Embraer ERJ, Como a demanda pela série ERJ se mostrou forte desde o início, a empresa decidiu que não poderia depender apenas de uma família de aeronaves e examinou suas opções para produzir um jato regional complementar, incluindo projetos que seriam maiores e mais avançados do que suas aeronaves anteriores.[4] A Embraer apostou no desenvolvimento de uma nova família de aeronaves, com capacidade entre 70 e 90 passageiros, ampliado depois para 122 passageiros com o Embraer 195. Optou-se por começar o desenvolvimento do zero, o que transformou os E-Jets, como são conhecidos, na primeira família desenvolvida após os EMB-120 Brasília, já que os ERJ eram baseados na fuselagem deste.

O primeiro modelo lançado foi o Embraer 170, seguido do Embraer 190 e depois do Embraer 195. Em novembro de 2015, a Azul recebeu o 1200° E-jet construído, matriculado PR-AUP, e em dezembro de 2017, a unidade 1400 da família, um modelo E-175, foi entregue para a American Airlines.[5][6]


Em março de 1997, a Embraer fez sua primeira divulgação pública de que estava estudando uma nova aeronave de 70 assentos, que foi inicialmente chamada de EMB 170; esta revelação foi emitida simultaneamente com o anúncio do desenvolvimento do ERJ 135.[7]concebido originalmente, o EMB 170 apresentaria uma nova asa e fuselagem de maior diâmetro acoplada ao nariz e à cabine do ERJ 145. O derivado proposto teria custado US$ 450 milhões para ser desenvolvido.[8] Enquanto a Alenia, a Aerospatiale e a British Aerospace, por meio da AI(R), estudavam o Airjet 70 baseado na fuselagem do ATR 42/72 para um alcance de 2.200 km (1.200 nmi; 1.400 mi), a AI(R) e a Embraer estudavam um desenvolvimento conjunto de um jato de 70 assentos, uma vez que seus projetos separados ainda não haviam sido lançados.

Em fevereiro de 1999, a Embraer anunciou que havia abandonado a abordagem derivada em favor de um design totalmente novo.[9] Em 14 de junho de 1999, a família E-Jet foi lançada formalmente no Paris Air Show, inicialmente usando as designações gêmeas ERJ-170 e ERJ-190; estas foram posteriormente alteradas para Embraer 170 e Embraer 190, respectivamente.[10] Os clientes de lançamento do avião foram a companhia aérea francesa Régional, que fez dez pedidos e cinco opções para o E-170, e a companhia aérea suíça Crossair, que havia encomendado 30 E-170s e 30 E-190s.[11]

Durante julho de 2000, a produção de componentes para a construção do protótipo e das fuselagens de teste começou.[12] Dificuldades com a aviônica avançada selecionada para a aeronave, fornecida pela empresa americana Honeywell, levaram a atrasos no cronograma de desenvolvimento; originalmente, o primeiro voo estava programado para ocorrer em 2000. Em 29 de outubro de 2001, o primeiro protótipo PP-XJE foi lançado em São José dos Campos, Brasil.[13][10]

Características

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É um birreator com fuselagem "double-bubble", quatro assentos por fileira, de dois a dois, concebido para maximizar o conforto dos passageiros.

O Embraer 195 é concorrente direto do Bombardier CRJ-900 e CS 100/300, Airbus A319-100, Sukhoi Superjet 100 e Mitsubishi Regional Jet MRJ, este último cancelado em 2020.

A família de aviões Embraer 170/190 tem como alvo o segmento de mercado voltado às companhias aéreas que necessitam aviões de 70 a 124 passageiros.

Embraer E-170

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Um Air France Hop E-170

O E-170, inicialmente chamado de ERJ-170, foi lançado em junho de 1999 como a menor aeronave da família E-Jets e a primeira a ser desenvolvida. O protótipo ficou pronto em 2001, e o voo inaugural ocorreu em 17 de fevereiro de 2002.[14] Seu primeiro voo comercial em março de 2004, foi feito pela LOT Polish Airlines, entre Varsóvia e Viena.[15] Em 2017, a produção do E-170 foi encerrada, totalizando 191 aeronaves fabricadas.[16] O E-170 normalmente acomoda cerca de 72 passageiros em uma configuração típica de classe única, 66 em uma configuração de classe dupla e até 78 em uma configuração de alta densidade. O E-170 competiu diretamente com o Bombardier CRJ700 e vagamente com o turboélice Bombardier Q400.

Carteira de Pedidos - 4T2022[1]
Pedidos Firmes Entregas Pedidos Firmes a Entregar
191 191 0

Embraer E-175

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Um SkyWest E-175 operado pela Alaska Airlines com winglets angulares

O E-175, inicialmente era conhecido como ERJ-170-200, foi lançado em 2001 como uma versão ligeiramente alongada do E-170. O voo inaugural ocorreu em dezembro de 2002.[17] Seu primeiro voo comercial ocorreu na Air Canada em julho de 2005.[18] A aeronave normalmente acomoda cerca de 78 passageiros em uma configuração típica de classe única, 76 em uma configuração de classe dupla e até 88 em uma configuração de alta densidade. Como o E-170, ele é equipado com motores General Electric CF34-8E de 14.200 libras-força (62,28 kN) de empuxo cada.[19] Ele competiu com o Bombardier CRJ900 no segmento de mercado anteriormente ocupado pelos anteriores BAe 146 e Fokker 70.

O E-175 foi inicialmente equipado com o mesmo estilo de winglets que o resto da família E-Jets. A partir de 2014, os winglets foram feitos mais largos e mais angulados. Esses winglets e outras mudanças na aeronave ao longo do tempo melhoraram a eficiência. A Embraer disse que as aeronaves produzidas após 2017 consomem 6,4% menos combustível do que as aeronaves E-175 originais.[20][21] Os winglets angulados aumentam a envergadura de 26 m (85 pés) para 28,65 m (93 pés).[22] Essa mudança de winglet foi disponibilizada apenas para o E-175 e nenhum outro modelo da família.

Em 2025, o E-175 continua em produção, com forte demanda de companhias aéreas regionais nos Estados Unidos, que não podem encomendar o mais novo, mas mais pesado E175-E2 devido às restrições da cláusula de escopo sobre o peso máximo de decolagem.[23]

Carteira de Pedidos - 2T2025[24]
Pedidos Firmes Entregas Pedidos Firmes a Entregar
1000 792 208

Embraer E-190

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Cliente de lançamento do E-190, JetBlue, recebeu sua primeira entrega em 2005.

O E-190, foi lançado em junho de 1999. O voo inaugural ocorreu em março de 2004.[25] Seu primeiro voo comercial ocorreu na companhia aérea de baixo custo JetBlue, em outubro de 2005. Os modelos E190/195 são extensões maiores dos modelos E170/175 equipados com uma asa nova e maior, um estabilizador horizontal maior, adicionando duas saídas de emergência sobre as asas e um novo motor. O Embraer 190 é equipado com dois motores turbofan General Electric CF34-10E montados sob as asas, com potência nominal de 82,29 kN (18.500 lbf). Os motores são equipados com controle digital de motor de autoridade total (FADEC). O sistema de gerenciamento computadorizado e totalmente redundante otimiza continuamente o desempenho do motor, resultando em consumo de combustível e requisitos de manutenção reduzidos. A aeronave transporta 13.000 kg (29.000 lb) de combustível e é equipada com um sistema de combustível Parker Hannifin.

A Embraer ofereceu três variantes do E190: o STD (Standard), LR (Long Range) e AR (Advanced Range). O STD serviu como modelo base, enquanto o LR apresentou um peso máximo de decolagem (MTOW) que foi aumentado em 2.510 kg (5.530 lb), enquanto o AR apresentou um MTOW que foi aumentado em 1.500 kg (3.300 lb) em comparação com o LR, permitindo o transporte de mais combustível. Este aprimoramento estendeu o alcance em 50 nmi (93 km; 58 mi).[26]

A aeronave é equipada com uma unidade de energia auxiliar Hamilton Sundstrand e sistema elétrico. O GE CF34-10E, os clientes podem escolher entre 5 variantes diferentes (-10E5, -10E5A1, -10E6, -10E6A1, -10E7), cada uma com desempenho e capacidades diferentes. É o único motor oferecido para a aeronave. Essa aeronave compete com o Bombardier CRJ-1000. Ele pode transportar até 100 passageiros em uma configuração de duas classes ou até 124 na configuração de alta densidade de classe única.[27]

Carteira de Pedidos - 4T2022[1]
Pedidos Firmes Entregas Pedidos Firmes a Entregar
568 568 0

Embraer E-195

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Um Air Dolomiti E-195

O E-195, inicialmente era conhecido como ERJ-190-200, foi lançado em . O voo inaugural ocorreu em dezembro de 2004. Seu primeiro voo comercial ocorreu na extinta companhia britânica de baixo custo Flybe, em setembro de 2006. É a versão mais alongada do Embraer 190 e é equipado com dois motores turbofan General Electric CF34-10E montados sob as asas. Os motores são equipados com controle digital de motor de autoridade total (FADEC). O sistema de gerenciamento computadorizado e totalmente redundante otimiza continuamente o desempenho do motor, resultando em menor consumo de combustível e menor necessidade de manutenção. A aeronave transporta 13.000 kg (29.000 lb) de combustível e é equipada com um sistema de combustível Parker Hannifin.

A Embraer ofereceu três variantes do E190: o STD (Standard), LR (Long Range) e AR (Advanced Range). O STD serviu como modelo base, enquanto o LR apresentou um peso máximo de decolagem (MTOW) que foi aumentado em 2.510 kg (5.530 lb), enquanto o AR apresentou um peso máximo de decolagem (MTOW) que foi aumentado em 1.500 kg (3.300 lb) em comparação com o LR, permitindo o transporte de mais combustível. Este aprimoramento estendeu o alcance em 300 nmi (560 km; 350 mi) para o E-195.[28]

E-195 da Azul Linhas Aéreas

A aeronave está equipada com uma unidade de energia auxiliar Hamilton Sundstrand e sistema elétrico. O GE CF34-10E, avaliado em 18.500 lb (82,30 kN), é o único

motor oferecido para a aeronave. Essas aeronaves competem com o Airbus A220-100, Boeing 717-200, Boeing 737-500, Boeing 737-600 e o Airbus A318. Pode transportar até 100 passageiros em uma configuração de duas classes ou até 124 na configuração de alta densidade de classe única.[29]

Carteira de Pedidos - 4T2022[1]
Pedidos Firmes Entregas Pedidos Firmes a Entregar
172 172 0

Embraer 190 FAB VC-2

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E-190 FAB VC-2 da Presidência da República do Brasil

A Força Aérea Brasileira tem dois Embraer 190, designados FAB VC-2, utilizados normalmente para voos domésticos pela Presidência da República, por ministros de Estado e outras autoridades do governo brasileiro. Em alguns casos, são utilizados em operações especiais. Substituíram em 2009 os antigos Boeing 737-200 FAB VC 96, que ficaram obsoletos.

A primeira aeronave, batizada de Bartolomeu de Gusmão, foi entregue em setembro de 2009. As aeronaves possuem sistemas que permitem a comunicação de forma segura e equipamentos de voo de última geração.[30]

Em fevereiro de 2020, os dois FAB VC-2 transportaram quarenta pessoas, sendo 34 brasileiros, quatro poloneses, uma chinesa e uma indiana, que estavam em quarentena na China, por suspeita de terem contraído pneumonia pelo novo coronavírus. Os quatro passageiros poloneses, e as passageiras chinesa e indiana desembarcaram numa escala na Polônia. Depois de uma escala técnica no aeroporto de Las Palmas, nas ilhas Canárias, os 34 brasileiros seguiram ao Brasil, com destino à Base Aérea de Anápolis, onde ficaram em quarentena. Antes de Anápolis, as aeronaves fizeram mais uma escala técnica no aeroporto de Fortaleza, na capital cearense.[31][32][33]

E-190F e E-195F (cargueiros)

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Em março de 2022 foram lançadas as versões para transporte de carga E-190F e E-195F, previstas para entrar em serviço em 2024. Os modelos dispõem na porção dianteira da fuselagem de uma porta de carga dimensionada para permitir o embarque de containers. Também contam, entre outras facilidades, com sistema de movimentação de carga, piso reforçado, barreiras de carga, sistema de detecção de fumaça no compartimento de carga e provisão para transporte de materiais perigosos. As capacidades de carga útil são de 10,7 t (23 600 lb) para o E-190F e 12,3 t (27 100 lb) para o E-195F.[34]

Especificações

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Variantes E-170
(ERJ170-100)[35]
E-175
(ERJ170-200)[36]
E-190
(EMB190-100)[37]
E-195
(EMB190-200)[38]
Tripulação da Cabine Dois
Passageiros 78 (Uma Classe, 33"/31"/30")
70 (Duas Classes, 36"/32")
88 (Uma Classe, 32"/29")
86 (Uma Classe, 31")
78 (Duas Classes, 40"/31")
114 (Uma Classe, 30"/29")
106 (Uma Classe, 33"/32"/31")
96 (Duas Classes, 38"/31")
124 (Uma Classes, 31"/30"/29")
118 (Uma Classes, 31"/30")
108 (Duas Classes, 38"/31")
Comprimento 29.90 m
(98 ft 1 in)
31.68 m (103 ft 11 in) 36.24 m (118 ft 11 in) 38.65 m
(126 ft 10 in)
Envergadura 26.00 m (85 ft 4 in) 28.72 m (94 ft 3 in)
Altura 9.85 m
(32 ft 4 in)
9.73 m
(31 ft 11 in)
10.57 m
(34 ft 8 in)
10.55 m
(34 ft 7 in)
Peso Vazio 21 140 kg 21 810 kg 28 080 kg 28 970 kg
Peso máximo de decolagem 35 990 kg (STD)
37 200 kg (LR)
38 600 kg (AR)
37 500 kg (STD)
38 790 kg (LR)
40 370 kg (AR)
47 790 kg (STD)
50 300 kg (LR)
51 800 kg (AR)
48 790 kg (STD)
50 790 kg (LR)
52 290 kg (AR)
Carga Máxima 9 035 kg(STD/LR)
9 775 kg (AR)
10 030 kg(STD/LR)
10 310 kg (AR)
13 080 kg(STD/LR/AR)
13 950 kg(STD/LR/AR)
Distância para Decolagem com MTOW 1 644 m (5 394 ft) 2 244 m (7 362 ft) 2 100 m (6 890 ft) 2 179 m (7 149 ft)
Motores 2x GE CF34-8E turbofans
62.3 kN (13 800 lb)
2x GE CF34-10E turbofans
82.3 kN (18 500 lb)
Velocidade Máxima 890 km/h (481 kt, Mach 0.82)
Autonomia STD: 3 334 km (1 800 nm)
LR: 3 889 km (2 100 nm)
AR: 3 892 km (2 100 nm)
STD: 3 334 km (1 800 nm)
LR: 3 889 km (2 100 nm)
AR: 3 706 km (2 000 nm)
STD: 3 334 km (1 800 nm)
LR: 4 260 km (2 300 nm)
AR: 4 448 km (2 400 nm)
STD: 2 593 km (1 400 nm)
LR: 3 334 km (1 800 nm)
AR: 4 077 km (2 200 nm)
Peso Máximo de Combustível 9 335 kg (20 580 lb)
12 971 kg (28 596 lb)
Teto de Serviço 41 000 ft (12 500 m)
Razão de Subida Max 3 500 FPM
Thrust-to-weight 5.41
Dimensão Interna
Largura Interna 2.74 m (9 ft 0 in)
Altura Interna 2.00 m (6 ft 7 in)

Referências

  1. a b c d Defesa, Redação Forças de (18 de fevereiro de 2023). «Embraer entrega 80 jatos no 4T22 e 159 jatos em 2022». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 18 de julho de 2025 
  2. Defesa, Redação Forças de (21 de julho de 2025). «Máxima histórica: Embraer encerra 2T25 com carteira de pedidos de US$29,7 bilhões». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 21 de julho de 2025 
  3. «Sucessos na venda dos Ejets da EMBRAER». Consultado em 27 de outubro de 2010 
  4. Fehrm, Bjorn (21 de outubro de 2014). «E-Jet, the project that shaped Embraer». Leeham News and Analysis (em inglês). Consultado em 18 de julho de 2025 
  5. «Embraer entrega E-Jet número 1.400 - Airway». airway.com.br. Consultado em 9 de dezembro de 2017 
  6. «E195 fleet» (em inglês). Planespotters 
  7. 1997-03-12T00:00:00+00:00. «Embraer seeks Paris show launchfor new 37-seat regional turbofan». Flight Global (em inglês). Consultado em 18 de julho de 2025 
  8. 1997-07-02T00:00:00+01:00. «Reversal of fortunes». Flight Global (em inglês). Consultado em 18 de julho de 2025 
  9. 2001-10-23T00:00:00+01:00. «New by design». Flight Global (em inglês). Consultado em 18 de julho de 2025 
  10. a b REVUE, FLUG. «FLUG REVUE Datafiles: Embraer ERJ-170». www.flug-revue.rotor.com. Consultado em 18 de julho de 2025. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2010 
  11. REVUE, FLUG. «FLUG REVUE Datafiles: Embraer ERJ-170». www.flug-revue.rotor.com. Consultado em 18 de julho de 2025. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2010 
  12. 2001-10-23T00:00:00+01:00. «New by design». Flight Global (em inglês). Consultado em 18 de julho de 2025 
  13. FLAP, redação (28 de maio de 2024). «20 anos de atividade dos E-Jets». flapinternational.com.br. Consultado em 18 de julho de 2025 
  14. Meier, Ricardo (20 de fevereiro de 2022). «20 anos do 1º voo do E-Jet, jato comercial que mudou a história da Embraer - Airway». www.airway.com.br. Consultado em 17 de julho de 2025 
  15. «LOT Polish Airlines Receive First E195-E2». Embraer (em inglês). 1 de agosto de 2024. Consultado em 17 de julho de 2025 
  16. Galante, Alexandre (16 de janeiro de 2018). «Embraer atinge estimativa de entregas para 2017». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 17 de julho de 2025 
  17. Cardoso, Por Marcel (16 de junho de 2023). «Primeiro voo do Embraer E175 completou 20 anos». AERO Magazine. Consultado em 18 de julho de 2025 
  18. Basseto, Murilo (4 de maio de 2021). «Jazz Aviation é a mais recente empresa a voar aviões Embraer E175». AEROIN - Notícias de Aviação. Consultado em 18 de julho de 2025 
  19. Ferreira, Carlos (24 de julho de 2024). «Para dezenas de jatos Embraer E175, American Airlines compra 180 motores CF34-8E». AEROIN - Notícias de Aviação. Consultado em 18 de julho de 2025 
  20. «Embraer muda asa de jato e chega a versão que consome menos combustível». Estadão. Consultado em 18 de julho de 2025 
  21. «Embraer muda asa de avião e diz que cortou consumo de combustível em 6,4%». economia.uol.com.br. Consultado em 18 de julho de 2025 
  22. Says, Alex (23 de agosto de 2013). «E-Jet 175, A-1M e o ERJ-145 AEW&C da Índia na Embraer». Defesa Aérea & Naval. Consultado em 18 de julho de 2025 
  23. «Embraer anuncia pausa adicional de 4 anos no desenvolvimento do jato E175-E2». Folha de S.Paulo. 25 de fevereiro de 2025. Consultado em 18 de julho de 2025 
  24. Defesa, Redação Forças de (21 de julho de 2025). «Máxima histórica: Embraer encerra 2T25 com carteira de pedidos de US$29,7 bilhões». Poder Aéreo – Aviação, Forças Aéreas, Indústria Aeroespacial e de Defesa. Consultado em 22 de julho de 2025 
  25. «Embraer 190». Airport Technology (em inglês). Consultado em 18 de julho de 2025 
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  27. «Wayback Machine» (PDF). www.embraercommercialaviation.com. Consultado em 18 de julho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 24 de setembro de 2015 
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  29. «Wayback Machine» (PDF). www.embraercommercialaviation.com. Consultado em 18 de julho de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 24 de setembro de 2015 
  30. Presidência da República nas asas da Embraer - Blog do Palácio do Planalto
  31. Aviões decolam de Wuhan, na China, com 40 passageiros repatriados ao Brasil e à Polônia
  32. Brasileiros repatriados que estavam na China chegam ao Brasil
  33. Aviões com repatriados da China pousam na Base Aérea de Anápolis
  34. «Embraer lança os cargueiros E190F e E195F». Airway. 7 de março de 2022 
  35. «E-JETS FAMILY – Embraer 170» (PDF) (em inglês). Embraer. Consultado em 5 de dezembro de 2012. Arquivado do original (PDF) em 3 de março de 2012 
  36. «E-JETS FAMILY – Embraer 175» (PDF) (em inglês). Embraer. Consultado em 5 de dezembro de 2012. Arquivado do original (PDF) em 3 de março de 2012 
  37. «E-JETS FAMILY – Embraer 190» (PDF) (em inglês). Embraer. Consultado em 5 de dezembro de 2012. Arquivado do original (PDF) em 28 de fevereiro de 2013 
  38. «E-JETS FAMILY – Embraer 195» (PDF) (em inglês). Embraer. Consultado em 5 de dezembro de 2012. Arquivado do original (PDF) em 15 de fevereiro de 2010 

Ligações externas

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