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Artes liberais

Philosophia et septem artes liberales
("Filosofia e As Sete Artes liberais"). De Herrad de Landsberg da obra Hortus Deliciarum (século XII).

Artes liberais (do latim ars liberalis) é o termo que define uma metodologia de ensino, organizada na Idade Média, cujo conceito foi herdado da antiguidade clássica. Contemporaneamente, o conceito de artes liberais denota a formação multidisciplinar visando a formação plena, sem necessariamente ser profissionalizante.

Referem-se aos ofícios, disciplinas acadêmicas ou profissões ("artes") desempenhadas pelos homens livres. São compostas do Trivium (lógica, gramática, retórica) e do Quadrivium (aritmética, música, geometria, astronomia). Tal conceito foi posto em oposição às Artes Mechanicae (artes mecânicas),[1] consideradas próprias aos servos ou escravos.

A personificação das Sete Artes Liberais (Trivium et Quadrivium) foi um tema iconográfico muito comum nas artes medieval e moderna.

Artes liberais clássicas

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O conceito de arte dado por Aristóteles, "a capacidade de produzir com raciocínio reto", ou ainda, "uma disposição suscetível de criação acompanhada de razão verdadeira", é capaz de fornecer alguns elementos acerca do conceito de artes liberais que os homens da Antiguidade e da Idade Média tinham.[carece de fontes?]

Entre os romanos, Cícero e Sêneca, idealizaram a educação liberal que, para os latinos era fundada principalmente na retórica. As artes liberais eram consideradas as disciplinas próprias para a formação de um homem livre, desligadas de toda preocupação profissional, mundana ou utilitária. Contrapõem-se às artes mecânicas [1] ou seja, às disciplinas não diretamente relacionadas a interesses imateriais, metafísicos e filosóficos, mas estritamente técnicos (voltados à produção de utilidades que sirvam às necessidade cotidianas do homem). Mediante o domínio das artes liberais, o homem seria capaz de produzir obras e ideias com poder de elevar o espírito humano para além dos interesses puramente materiais, rumo a um entendimento racional e livre da verdade.

Quanto ao conteúdo, as artes liberais clássicas não possuíam um número fechado de disciplinas. Por vezes, a dança, a poesia, a ginástica, a medicina e a arquitetura eram contadas como artes liberais.

Artes liberais no período medieval

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Embora a expressão e o conceito de artes liberais tenha se originado na antiguidade, foi nas universidades medievais que adquiriu seu alcance e significado de Studium Generale. A partir de Marciano Capela no século VI d.C. convencionou-se enumerá-las em sete artes liberais.

No início da Idade Média, a educação liberal servia para preparar o clero e para a educação cortesã. Foi assim na reforma proposta por Alcuíno na Renascença carolíngia. Com o advento das universidades a partir do século XII, as artes liberais ganharam um aspecto propedêutico, servindo de iniciação aos graus superiores.

As sete artes liberais

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Tradicionalmente, as sete artes liberais englobam, desde a Idade Média, dois grupos de disciplinas: o trivium, com as artes retórica, lógica (dialéctica) e gramática; o quadrivium, com música, aritmética, geometria e astronomia. O trivium concentra o estudo do texto literário por meio de três ferramentas de linguagem pertinentes à mente. O quadrivium engloba o ensino por meio de quatro ferramentas relacionadas à matéria e à quantidade.

Etimologicamente, trivium significa "o cruzamento e articulação de três ramos ou caminhos"[2] Esse grupo de disciplinas incluía a lógica (ou dialéctica), a gramática e a retórica. As artes do trivium teriam como objetivo desenvolver a expressão da linguagem.

Representações do Trivium
Lógica
(Dialéctica)
Gramática
'Retórica' Joos van
Wassenhove

(século XV)

O quadrivium, etimologicamente o cruzamento de quatro ramos ou caminhos.[2] Está voltado para o estudo da matéria, por meio do domínio das seguintes disciplinas: aritmética (a teoria dos números); em música (a aplicação da teoria do número), em geometria (a teoria do espaço) e em astronomia (a aplicação da teoria do espaço).[2] De acordo com a definição de Irmã Miriam Joseph,[3] a matéria teria como característica essencial o número e a extensão, temas analisados respectivamente pela aritmética e pela música, bem como pela geometria e astronomia.

No âmbito do quadrivium, a música é entendida como o estudo dos princípios musicais (educação musical), tais como harmonia, não podendo ser confundida com a música instrumental aplicada (uma das sete belas-artes). O objetivo destas artes ditas "da quantidade" era prover meios e métodos para o estudo da matéria, sujeitos a aprimoramento no âmbito das disciplinas ditas superiores.

Representações do Quadrivium
Aritmética
'Música',
Joos van
Wassenhove

(século XV).
Geometria
Astronomia
(Astrologia
clássica
)[4]

Estudos superiores

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Santo Tomás de Aquino e Aristóteles, na ocasião em que (ao primeiro) foi dito: "Bene scripsisti de me, Thoma"

As disciplinas ditas superiores (de acordo com a definição dada pelos conceitos clássicos e medievais) formavam a parte central e preparatória do currículo das universidades medievais, preparando o aluno para entrar em contato com as três principais formações de tais centros de saber: a medicina, o direito e a teologia.

Como outras artes normativas, que ajustam ou regulam segundo um padrão ou norma, as artes da linguagem consistem em estudos práticos que ajustam a linguagem segundo uma norma, como por exemplo:

  1. o pensamento segundo a verdade;
  2. as palavras faladas e escritas segundo a correção; ou
  3. a comunicação segundo a eficácia.

É por isso que, no âmbito das artes liberais e dos princípios da educação superior, diz-se que "a verdade é a norma ou a meta da lógica", "a correção é a norma da gramática" ou "a eficácia é a norma da retórica".

Séculos XV-XVI

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Nos séculos XV e XVI, as artes liberais medievais foram reorganizadas diante das grandes transformações sociais e intelectuais desse período. Sob a influência do Renascimento e do Humanismo italiano, o currículo medieval do trivium foi ampliado e renomeado como studia humanitatis, mantendo ênfase na gramática e na retórica, mas excluindo a lógica e introduzindo disciplinas como poesia, história e filosofia moral (ética). Esse enfoque clássico-humanístico visava desenvolver a eloquência e as aptidões consideradas essenciais no período, seguindo o ideal de humanitas (virtus). Paralelamente, inovações como a imprensa de Gutenberg (c. 1450) possibilitaram o acesso mais amplo ao conhecimento, barateando livros e difundindo rapidamente as ideias pela Europa. As grandes navegações e descobertas científicas, por sua vez, ampliaram o escopo do ensino: o contato com novos territórios acrescentou conteúdos de geografia e história , enquanto progressos astronômicos impulsionaram o estudo de matemática e astronomia nas escolas e universidades. A Reforma Protestante também influenciou o currículo ao valorizar o estudo dos textos bíblicos nos idiomas originais e usar a imprensa para propagar doutrinas, reforçando o ideal humanista de uma educação baseada nas artes liberais clássicas e no pensamento crítico. Em síntese,essas reformas curriculares podem ser interpretadas como uma resposta às novas exigências culturais, políticas e econômicas do período, orientando a formação para cidadãos instruídos e virtuosos adequados às transformações do seu tempo.[5][6][7]

Essa valorização das studia humanitatis influenciou diversas áreas do saber, incluindo as artes visuais. É nas artes visuais que a retórica, tradicionalmente associada à arte da persuasão verbal, encontra no Renascimento um novo campo de aplicação. Nesse período, a pintura passou a ser concebida como um discurso silencioso, mas dotado de grande força argumentativa. Sob a influência do humanismo e da redescoberta dos autores clássicos, como Aristóteles, Cícero e Quintiliano, artistas e teóricos passaram a ver a imagem como veículo de raciocínio e emoção, capaz de educar e mover o espectador, tal como um orador faria em praça pública[8].

No campo da pintura, a valorização das artes liberais e do ideal humanista traduziu-se na adoção de uma abordagem intelectual da prática artística. A pintura passou a ser também concebida como um exercício racional, além de sua dimensão manual, comparável à elaboração de um discurso persuasivo. Autores como Leon Battista Alberti, em seu influente tratado De Pictura (1435), sustentaram que a pintura deveria seguir os mesmos princípios da retórica clássica: clareza, ordem e eficácia comunicativa. Para Alberti, a arte visual deveria atingir três finalidades fundamentais — docere (ensinar), delectare (deleitar) e movere (comover) —, exigindo do pintor uma composição capaz de comunicar ideias com inteligibilidade, beleza e força emocional. Além desses objetivos, a pintura renascentista incorporou os modos de persuasão aristotélicos, tradicionalmente vinculados ao discurso verbal. O ethos manifestava-se na credibilidade do artista e na autoridade moral atribuída às figuras representadas; o pathos, na capacidade da imagem de suscitar emoções no espectador, por meio de gestos, expressões e cenários dramáticos; e o logos, na racionalidade da composição, expressa no uso da perspectiva linear, na harmonia geométrica e na coerência simbólica do conteúdo representado[9][10][11]

Capa da Grammatica da Lingoagem Portguesa, de Fernão de Oliveira (1536). Atualmente, a obra encontra-se disponível para acesso no acervo digital da Biblioteca Nacional de Portugal[1]

Esse movimento de reestruturação das artes liberias também materializou-se na gramática, tendo como principal exemplo a publicação da Grammatica da lingoagem portuguesa, de Fernão de Oliveira, em 1536. Considerada a primeira gramática da língua portuguesa escrita em português, a obra é considerada uma das primeiras manifestações de consolidação do vernáculo como instrumento legítimo de saber e expressão. De acordo com Paul Teyssier, em sua obra História da Língua Portuguesa (1997), Oliveira não apenas descreve a estrutura do português, mas também o insere em um diálogo comparativo com o latim e o castelhano , abordando aspectos como fonética, etimologia, morfossintaxe e ortografia. Diferentemente das gramáticas normativas latinas do período, sua abordagem privilegia a descrição da língua tal como era falada, apontando para uma preocupação genuinamente linguística e identitária.[12][13][14]

Paralelamente, o século XVI foi palco de reestruturações no campo da música, embora essa disciplina não ocupasse mais posição central na formação do “homem liberal”. Destacou-se a ascensão da polifonia como linguagem musical predominante. Caracterizada pela sobreposição de linhas melódicas independentes, essa prática organizou-se em contraponto, técnica que estrutura harmonicamente as vozes. Segundo Allan W. Atlas, esse modelo composicional aumentou a complexidade técnica da música renascentista e ampliou suas possibilidades expressivas . Novas formas musicais, como o madrigal, o moteto e a missa polifônica, passaram a conviver com repertórios igualmente significativos. Ao mesmo tempo, a música instrumental ganhou destaque, impulsionada pela ampliação do repertório e pela popularidade de instrumentos como o alaúde - este, vale destacar, torna-se-á símbolo da música na obra visual Os Embaixadores -, o cravo e a viola da gamba - estes últimos com papel reconhecido tanto em performances solo quanto em consortes - refletindo uma crescente autonomia da música sem texto[15][16]

Iluminismo e a educação profissional oitocentista

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As Artes Liberais não sobreviveriam ao iluminismo europeu, sendo substituídas pela educação superior profissional ou científica.

A educação liberal deu lugar à formação profissional a partir das reformas universitárias na Prússia, lideradas por Wilhelm von Humboldt e na educação universitária francesa após a revolução. A Escola Normal Superior e a Escola Politécnica visava a formação profissional e considerava a formação liberal como resquício da aristocracia. Gradualmente, a maior parte das universidades da Europa e do mundo, abandonaram a educação liberal. As primeiras faculdades do Brasil visavam a formação profissional e não a formação liberal e assim foi quando instituíram as universidades no país no século XX (ver: História da educação no Brasil). O conceito de educação superior liberal continuou a existir nos Estados Unidos.

Nos EUA e Canadá

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Flagler College (Flórida).

Nos Estados Unidos e Canadá a educação interdisciplinar segue um esquema contemporâneo das artes liberais.[17]

Tipicamente um Bacharelado em Artes ou um Bacharelado em Ciências, em inglês Bachelor of Arts, sigla B.A. e Bachelor of Science abreviado B.S., leva quatro anos, estudando matérias obrigatórias e optativas dentro de chaves de disciplinas como:

Além das disciplinas tradicionais acima, há a possibilidade de estudar conjuntamente cursos técnicos, artísticos e profissionalizantes como Tecnologia da Informação, fotografia, design gráfico, administração.

O aluno pode declarar uma major (área de concentração de seus estudos) e uma minor (uma segunda área de concentração de estudos), com uma titulação específica (a exemplo: Bachelor of Arts, Major in Mathematics, Minor in Economics).

Além de programas vinculados à universidades há os chamados Liberal Arts Colleges que são pequenas faculdades, geralmente com maior investimento por aluno, com turmas e salas de aulas pequenas, forte ênfase em composição de ensaios, e demandam uma grande interação com os professores.[17]

Após concluir o bacharelado em artes liberais o estudante pode seguir carreiras profissionais, como medicina, direito, teologia; ou acadêmicas como o Master of Arts e o Doctor of Philosophy.[17]

No Brasil e em Portugal

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Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Universidade Federal de Juiz de Fora.

Os impedimentos coloniais no Brasil dificultaram o estabelecimento de educação superior antes da independência do país. Já no século XVIII, houve o curso de artes liberais no Colégio Jesuítico da Bahia, sendo banido seus diplomas superiores. Um certo João da Cointa é notado pelo Padre Anchieta de ter ensinado essas artes no litoral paulista. Assim, com a independência surgiram os cursos superiores de engenharia, direito e medicina, não voltados para uma educação liberal, mas uma educação tecnicista nos moldes das faculdades alemãs e francesas.

Apesar disso, há instâncias de brasileiros, como Gilberto Freyre, tendo se graduado nas Artes Liberais. Entretanto, somente no século XIX que se firmariam uma educação multidisciplinar humanística e científica com os bacharelados interdisciplinares.

As artes liberais contemporâneas não se limitam ao trivium e quatrivium, nem na formação clássica dos Liberal Arts colleges americanos do século XIX. Antes, essa educação busca conhecer as ciências, humanidades e tecnologias além de proficiência em análise quantitativa e comunicação eficiente.[18]

Chamados de Bacharelados Interdisciplinares no Brasil ou de Licenciatura em Estudos Gerais em Portugal [19], as Artes Liberais voltaram ser cursos de graduação na Europa e Brasil, inspirados no modelo americano. No Brasil há cursos interdisciplinares em várias universidades federais, como a UFBA, UFSB, UFJF, UFVJM, UFABC, UFSJ[20], UFRGS, UFERSA, UFC, UNILAB, UNIPAMPA, UNIFESP. Em Portugal, há o novo curso na Universidade de Lisboa.[21] Esses cursos permitem uma mobilidade do estudante através de departamentos e disciplinas, além de cobrar uma área de concentração, formando assim estudantes com conhecimentos amplos e habilidades profundas em uma área do saber. Com esse conhecimento, há a possibilidade de uma posterior formação profissional em um segundo ciclo ou pós-graduação.[22] O estudante sai preparado a adaptar às mudanças da sociedade, tecnologias e do mercado, além de estar pronto para avaliar e utilizar criticamente as informações.[19]

Em 2021, o Instituto Hugo de São Vítor, que oferece formação nas Artes Liberais por meio de cursos e livros, anunciou um projeto de financiamento coletivo para a construção de uma escola física, o Colégio São José, que irá utilizar a doutrina do Trivium e do Quadrivium como fundamento pedagógico.

Referências

  1. a b Hans Vredeman de Vries and the Artes Mechanicae Revisited. Piet Lombaerde, Brepols, 2005. (em inglês) ISBN 9782503518138 Adicionado em 03/09/2014.
  2. a b c JOSEPH, Miriam. O Trivium - As Artes Liberais da Lógica, Gramática e Retórica. Tradução de Henrique Paul Dmyterko. São Paulo: É Realizações, 2014. p. 21. ISBN 9788588062603
  3. JOSEPH, Miriam. p. 27.
  4. Astrologia Classica e Antica (em italiano) Acessado em 26/11/2015.
  5. «Renaissance Humanism». World History Encyclopedia 
  6. «Studia humanitatis | philosophy of education | Britannica». www.britannica.com (em inglês). Consultado em 25 de maio de 2025 
  7. «Liberating Study | Lutheran Studies». Pacific Lutheran University (em inglês). Consultado em 15 de junho de 2025 
  8. «Smarthistory – Alberti's revolution in painting». smarthistory.org. Consultado em 10 de maio de 2025 
  9. ARISTÓTELES (2017). Retórica. [S.l.]: Edipro 
  10. «Arte, Ciência e Filosofia na Renascença Italiana. Em torno das teorias da arte de Leon Battista Alberti e de Leonardo da Vinci». Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. 29 de outubro de 2015 
  11. ALBERTI, Leon Battista (2015). Da Pintura. Campinas: Editora Unicamp 
  12. Cagliari, Luiz Carlos [UNESP (2008). «A descrição fonética na Grammatica da Lingoagem Portuguesa (1536) de Fernão de Oliveira». ISSN 1981-5794. Consultado em 25 de maio de 2025 
  13. Ciberdúvidas/ISCTE-IUL. «Fernão de Oliveira: a «primeira anotação da língua portuguesa» - O nosso idioma - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa». ciberduvidas.iscte-iul.pt. Consultado em 2 de junho de 2025 
  14. TAYSSIER, Paul (1997). História da Língua Portuguesa. [S.l.]: Martins Fontes. pp. 06–55 
  15. ATLAS, Allan (1988). Renaissance Music: Music in Western Europe, 1400–1600. New York: W. W. Norton & Company. pp. 431–435; 636–638 
  16. Arkenberg, Rebecca (1 de outubro de 2002). «Music in the Renaissance - The Metropolitan Museum of Art». www.metmuseum.org. Consultado em 12 de junho de 2025 
  17. a b c Rolling College. Educação em Artes Liberais. acessado em 12 de dezembro de 2012.
  18. UFJF. Apresentação: Bacharelado Interdisciplinar em Ciências Humanas acessado em 12 de dezembro de 2012.
  19. a b ALVES, Leonardo M. Educação Liberal: formação além dos limites profissionais. acessado em 12 de dezembro de 2012.
  20. «BACHARELADO INTERDISCIPLINAR EM BIOSSISTEMAS». Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). 18 de outubro de 2022. Consultado em 8 de janeiro de 2023 
  21. Estudos Gerais na Universidade de Lisboa Arquivado em 2 de abril de 2015, no Wayback Machine. acessado em 12 de dezembro de 2012.
  22. UNIPAMPA. Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia acessado em 12 de dezembro de 2012.
  • FRIAÇA, AMANCIO. Trivium & Quadrivium, as artes liberais na Idade Média. IBIS, 1999. ISBN 9788585582210 Adicionado em 03/09/2014.
  • ARISTÓTELES. Arte Retórica e Arte Poética. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.
  • CASTRO, CLÁUDIO DE MOURA. Educar para o ofício ou educar para mudar de ofício? em Revista Ensino Superior: UNICAMP, Ano II - nº 3| Junho de 2011.
  • PETERSON, Patti McGill. Balanço Global: A educação liberal na perspectiva global . Em Revista Ensino Superior: UNICAMP, Ano II - nº 3| Junho de 2011.
  • MCLUHAN, MARSHALL. O Trivium Clássico. É Realizações, 2012. ISBN 8580330726 Adicionado em 03/09/2014.
  • TRINDADE DE ALMEIDA, JUSSARA. Quadrivium, As Quatro Artes Liberais Clássicas da Aritmética, da Geometria, da Música e da Cosmologia. É Realizações, 2014. ISBN 9788580331622 Adicionado em 03/09/2014.

Ligações externas

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